“ Ainda que eu falasse linguas, as dos homens e dos anjos(...) se eu não tiver amor, eu nada seria.” Primeira carta de São Paulo aos Coríntios, cap 13
Alguns anos atrás, nas Olimpíadas Especiais de Seatle, nos Estados Unidos, para deficientes físicos e mentais, nove jovens participantes alinharam-se para a largada da prova dos 100 metros rasos. Iniciada a corrida, todos partiram: não exatamente em disparada, mas com visível vontade de dar o melhor de si, terminar a prova e, se possível, vencer.
Um garoto, no entanto, tropeçou na pista, caiu e começou a chorar. Ao ouvir o choro, os outros oito competidores diminuíram o passo, olharam para trás, viraram-se e voltaram. Essa atitude, por si só, já seria impressionante. A grande surpresa, porém, estava por vir. Após erguer o menino do chão todos os competidores deram-se os braços e, juntos, caminharam até a linha de chegada. Quem venceu? TODOS!
Cada um daqueles garotos tinha um meta: alcançar a linha de chegada. Todos queriam vencer. Mas, com extraordinária sabedoria, demonstraram para o público de pessoas sadias – que normalmente se digladiam para atingir seus objetivos, que não compensa ganhar sozinho: o que importa é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar o curso. A importância, no caso, não está em competir, mas em compartilhar forças.
Mutirões constroem casas melhores e em menor tempo que uma ou duas pessoas. Todo mundo sabe disso. É exatamente essa união de objetivos e esforços que tornam possível a vitória de todos nós sócios da Assat.
Seja você também um amigo de quem caiu pelo caminho, de quem está desempregado. Associe-se já! Deus te abençoe.